quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Abençoada voz, Maninha...


Não consigo falar de mais nada hoje...
Quem foi foi, quem não foi não vai entender mesmo...
Show de lançamento do cd "A Mulher de Oslo" de Vanessa Longoni.
Diga-se de passagem cd que não parou de tocar ainda desde que cheguei em casa.
Comprem, ouçam, deliciem-se. E não deixem de ir ao próximo show. Pois em cd já é ótimo, mas ela ao vivo é tudo de bom.

Sucesso minha amiga!

Fico eu aqui toda boba, lendo a dedicatória no MEU cd, emocionada pelo agradecimento impresso e torcendo por ti sempre. Amooooo!
Arrasou de uma maneiraaaaaaaaa!

aiai... Gracias!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Não percam!


Uma dica que vale MUITO a pena!
Show de lançamento do cd desta cantora que eu amo!
Sim, ela é minha amiga, mas quem me conhece sabe que não passo a mão na cabeça de graça.
É ótimo o trabalho mesmo. Maior orgulho desta amizade.
Já estou com o ingresso na mão e quem for não irá se arrepender!

Se quiserem conferir uma palhinha antes de ir até lá, fiquem à vontade, o myspace da Vanessa é www.myspace.com/vanessalongoni

besos e até lá!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Novos olhares...


E eu começo a pensar que realmente a vida pode ser diferente.
Que eu posso me repensar.
Comprovo na carne possibilidades de respiro verdadeiro. Pros teatreiros, que me entenderão melhor na expressão, diria que percebo indícios de "fé cênica" em mim. Indícios. Já é um começo.
Dio, como às vezes a evolução vem em passos lentos...
Serei uma loira com síndrome de lesma? aff... menos piadas, loira, menos...
Percebo-me transpondo barreiras aos poucos... até certas músicas já são passíveis de serem escutadas sem uma relação direta com isto ou aquilo ou até mesmo passam a ter outros significados, além daqueles que eu sempre insistia em buscar...
Como isso, esse, ai enfim, "issos"...

Prenda minha
tu me faz bem
Muito aquém
do que mereço
Mais eu desejo
Que esse bem assim
feito água em pote
Faça umedecer
um coração que sofre
Faça umedecer
Um coração que sofre

"Prenda Minha": a música é interpretada por Ceumar, a composição é de Gero Camilo. aiai...




de brinde, a divertida "Rãzinha Blues".
Entende?

A vida pode ser diferente. Eu quero.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Soltar-se... Eu insisto.


Frente ao PC, olho o teclado, reflito...
Montanhas , turbilhões, avalanches de pensamentos me invadem e tão pouca coisa consigo colocar pra fora.
Compreender-se ou pelo menos procurar fazê-lo é assim mesmo. Observar, decifrar e estabelecer paralelos.
O resultado é muitas vezes confuso como este “isto” que começo a escrever.
Percebo-me.
O que anda acontecendo?
Tento diagnosticar se as coisas tem ido para frente ou para trás.
Pausa. Cara franzida de quem tenta entender, seguida de um “hmmm” interno.
As coisas? Que coisas? As minhas coisas meu bem.
Porque é importante eu me lembrar sempre que no meio de todas as coisas estão as minhas coisas. Bem no meio. O que me rodeia só me rodeia porque eu semeei algo.
Assim como te semeio, te cuido e te acompanho. Ou as coisas não são assim? E não serão?
Pausa. Necessária.

De volta. Avalanches.

Reconstruir-se implica em soltar as amarras para reorganiza-las para o teu bem.
Me reciclo. Me desgoverno. Me transmuto em pensamentos, sensações sentimentos.
A vida é sonho. Ou deveria ser para que melhor fosse digerida.
Inundada de confusas ilusões e resoluções mirabolantes ou fantasiosos desenlaces, nossos enredos talvez tivessem mais poesia.
Ou talvez seja esse apenas um pensamento covarde de quem não tem coragem de enfrentar realidades por outro prisma senão o do lamento de não serem da maneira sonhada. Talvez.

Difícil mas prazerosa esta tarefa de ser o analista e o analisado. Doem certas deduções, porém novas descobertas me enchem de esperanças. Perceber a transposição de barreiras, desbravar novos caminhos. Amedronta e ao mesmo tempo encoraja.

Tenho vivido momentos de suprema poesia, de encantamento num embriagar de sonhos. Idéias e ideais se formando e se alimentando de esperanças. Sonhar é preciso. Lutar também. Aprender com as outras vidas que vale a pena arriscar pelos efêmeros.

Aprender. Apreender. Aprender-te.

(Suspiro) aiai... (sorriso).

domingo, 12 de outubro de 2008

Lindo...



O entardecer em Porto Alegre é algo...

Sem palavras... aiai...

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Entregas...


Li há pouco no blog de uma amiga que gostar de alguém é correr o risco de se decepcionar.
Concordo, mas vou um pouco além neste pensamento. Entregar-se com paixão a algo é correr este risco.
Seja este algo uma pessoa, uma viagem, um projeto, um ideal, qualquer coisa.
Não gosto de estar pela metade em nada. Consigo até discernir o tipo de entrega que certas situações me exigem. E me disponho a elas de acordo com a necessidade que meu momento de vida impõe. Estabeleço minhas prioridades e tento me concentrar nelas. O tempo (sim Petit, o raio do tempo...) me ajudou a - na maior parte das vezes - manter uma certa calma em épocas de turbulência.
Então calma loira, calma...
Acredita. Tudo vai se encaminhar.
Vai sim.

Por hora, fui.


Chocada...

Estaria mentindo se dissesse que esta foi a notícia que mais me chocou na vida, mas com toda a certeza estará no hall das principais pela quantidade de probabilidades de ter acontecido com algum dos meus entes queridos.
Seguem trechos da notícia em questão:
"A família de um paciente afirma que ele teve a perna errada amputada por um médico durante uma operação no hospital Ernesto Dornelles, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul."... "De acordo com o jornal Zero Hora, a família registrou queixa na Polícia Civil contra o médico que operou o homem de 74 anos na semana passada. O hospital diz que o médico alegou que a conduta tomada foi a mais adequada. Ele foi orientado a não falar sobre o caso."..."o idoso foi hospitalizado no dia 30 para amputar a perna direita devido a complicações decorrentes de diabetes. Na madrugada de sexta-feira, os familiares teriam notado, ao visitar o paciente, que havia sido amputada a outra perna.". (fonte: site do Terra)
Como se não bastasse o choque normal que sente-se ao ler tal notícia, soma-se o fato de meu pai, de 78 anos ser diabético, de haver caso de amputação na minha família, de eu ter nascido no Ernesto Dornelles, e... principalmente: não entra na minha cabeça loira nenhuma linha de raciocínio plausível para entender este acontecimento.
Pasma.
Que medo, meu deus... Lógico que não vou colocar toda a classe médica no mesmo caldeirão, como acreditarei sempre em não julgar todos os profissionais pela má conduta de alguns, mas... Alguém me explica QUAIS as referências que precisamos ter de um médico ´quando precisarmos deles? Eu já não sei mais...